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Polícia e família Chivukuvuko divergem sobre a morte de funcionário da PGR

 Os familiares de Lucas Chivukuvuko, 32 anos, funcionário da Procuradoria Geral da República junto ao Serviço de Investigação Criminal, e a Polícia Nacional apresentam versões contrárias sobre o seu passamento físico, ocorrido no dia 5.

Em entrevista à Rádio Ecclésia, Abel Chivukuvuko, tio da vítima, terá aventado a possibilidade de ele ter sido sido assassinado porque estava alegadamente a investigar casos de corrupção ao mais alto nível. Contrariando, deste modo, a versão de que ter a morrido em consequência de um acidente de viação como alega a Polícia, num comunicado de imprensa divulgado hoje, com a data de Domingo.

O jovem Lucas, filho de Américo Chivukuvuku, foi dado como desaparecido na Quinta-feira e encontrado morto, com sinais de espancamento, na morgue do Hospital Maria Pia.

O Comando Provincial de Luanda da Policia Nacional diz que o acidente ocorreu por volta das 20h00, por dispiste e consequente tombamento da viatura Toyota Hiace, de cor azul e branca (Táxi), com a matrícula LD-41-01-FQ.

A viatura era conduzida por João Catarina Eduardo, de 29 anos, com uma Taxa de Álcool no Sangue (TAS) de 1.05gls. Segundo a nota, ao descrever a rotunda por baixo do viatudo da Unidade Operativa de Luanda/Deolinda Rodrigues, no sentido poente, perdeu os travões e ao tentar dominar o veículo, embateu no lancíl o que originou o tombamento da viatura.

“Como consequência do acidente, um dos ocupantes (na altura da ocorrência não identificado por não se fazer acompanhar de qualquer tipo de identificação) acabou por perder a vida ainda no local”, lê-se no documento.

A Polícia diz ainda que Lucas saltou do veículo, por precipitação, e acabou por morrer.

Além dele, uma cidadã, identificada por Jacira Samba Gonçalves Ambriz, de 22 anos, ficou ferida.

O motorista encontra-se detido e deverá ser presente hoje ao Ministério Público para os devidos procedimentos legais e o veículo está retido na Unidade de Trânsito.

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