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Editorial: Turismo e comunicação

Está difícil aos angolanos perceber o mundo do turismo. É normal, é ainda uma novidade por cá. Tanto que as notícias que se publicam sobre o assunto têm sempre um cariz demasiado institucional. Fala-se das instituições, da acção governativa do sector de tutela ou de outros adjacentes. Cita-se o que dizem os ministros que se referem à cultura e ao turismo, ao seu desejo, ou ao papel do seu sector para potenciar o turismo. Está errado. Se é bom ver o Ministério do Turismo a apelar para que se melhore a oferta e os preços, melhor seria que se promovesse o turismo, de facto. Que o Estado financiasse os órgãos de comunicação social para que produzissem conteúdos de larga divulgação sobre a oferta que existe, criando apetência nos potenciais turistas, provocando neles o impulso de sair, de ir. É assim que se faz no resto do mundo.

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