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Homem de acção

João Lourenço havia-o prometido e está a cumprir. Definitivamente, ele não é e não será um Presidente confinado ao palácio. Ele é homem para visitar localidades do país as vezes que for necessário, é homem para empreender uma presidência aberta.

POR: José Kaliengue

E mais não se podia esperar, ouvindo bem as suas propostas e metas e, sobretudo, sabendo-se da urgência de se corrigir muita coisa que não está bem no país. Vai fiscalizar a acção dos seus auxiliares? Faz bem. Vai levar alento aos angolanos de fora de Luanda? Melhor ainda. Portanto, aos auxiliares do Titular do Poder Executivo cabe agir com a certeza de que a qualquer momento o Presidente lhes poderá bater a porta, aos cidadãos cabe a certeza de que os seus problemas e a sua resolução têm acompanhamento e a atenção presidencial, sem a necessidade exclusiva de “intermediários”. E isto é bom para o país? É muito bom. É uma forma nova de estar, de comunicar, de autorresponsabilização. E falando em comunicar, estou particularmente curioso quanto a um pronunciamento público de João Lourenço na Huíla, depois do discurso mais “macro” e diplomático que fez em Estrasburgo, no Parlamento Europeu.

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