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Portugal com cerca de 30 empresas na Feira Internacional de Luanda

Na 34ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), o país europeu vai expor com 25 empresas de diversos ramos, no evento que regista um aumento na ordem dos 60%, avançou o director Nacional para a Economia, Competividade e Inovação do Ministério da Economia e Planeamento, Marcelino Pinto

POR: Patrícia de Oliveira

Na maior bolsa de negócios do país, que hoje começa , Portugal estará representado com mais de 25 empresas de diferentes ramos, enquanto os países que participam pela primeira vez são o Gana, a Rússia e o Japão. O Gana vai participar apenas com uma empresa ligada ao sector industrial, a Rússia também com uma empresa de mineração. O mesmo acontece com o Japão. Já o Brasil será o grande ausente da presente edição. Todavia, o número de expositores cresceu 60%, comparativamente com a edição anterior, que teve lugar na Baía de Luanda. Em termos de inovação, Marcelino Pinto destacou que no novo espaço, onde vai decorrer o evento, há maior comodidade para os visitantes, que poderão ter contacto directo com as unidades fabris.

No total, 11 fábricas estão identificadas para serem visitadas das 9 às 12 horas durante os quatro dias que irá decorrer o evento. As fábricas que serão visitadas estão em pleno funcionamento e em diversos sectores, nomeadamente colchões, cozinhas e indústria pesada. Segundo ele, nesta edição da FILDA, a meta é alcançar quatro objectivos, nomeadamente a reunião de agentes económicos e sociais, a valorização do tecido económico nacional, a promoção e desenvolvimento económico-industrial do país, e a atracção de desenvolvimento capaz de trair o investimento sustentável.

O responsável destacou que o Estado não tem encargos financeiros, estes são assegurados pela empresa Eventos Arena. “O papel do Estado é garantir o fomento empresarial”, lembrou. Questionado sobre a deslocação das pessoas, referiu que a Empresa de Transportes Colectivos Urbano de Luanda (TCUL) vai ter, durante o período da FILDA, rotas especiais com partida no término da antiga Frescangol até à ZEE, e da Ponte Amarela de Viana até ao mesmo destino. Na feira multi-sectorial estarão presentes os sectores dos petróleos, agricultura e pecuária; alimentação e bebidas; banca e financeiro, comércio geral; construção e imobiliária; educação, formação e cultura; hotelaria e turismo; indústria transformadora e extractiva; logística e transportes; energia, máquinas e equipamentos.

Mais de 1000 empregos eventuais

Durante quatro dias, mais de mil pessoas conseguiram um emprego eventual em diversos sectores. Marcelino Pinto referiu que a empresa organizadora do certame, Evento Arenas, conta com 200 funcionários. “Se tivermos em conta os postos de trabalho directos e indirectos estamos acima dos mil postos de trabalho”, estimou.

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