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Editorial: Pode ser a luz da dignidade

Como quem nada quer, a ministra da Educação parece estar apostada em mexer as coisas lá dentro. Para começar, tem-se mostrado habilidosa na articulação das negociações com os sindicatos, o que, por si só, é muito bom, possibilitando a paz no sector e também a qualidade do ensino. Falando em qualidade, as acções de formação que têm sido lançadas, somadas ao novo concurso público de admissão de funcionários, mormente professores, e ainda o anúncio de que este concurso passa a ter periodicidade anual, se a isto de agregar uma inspecção competente, então pode-se começar a pensar numa luz no fundo do túnel. Haja apenas orçamento para os salários e para as infra- estruturas escolares. O ensino público merece dignidade.

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