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Carta do leitor: Senhor dg do inea, não ignore os cidadãos

Saudações fraternas ao digníssimo director e a todo o elenco deste magnífico jornal. Estou profundamente grato pela oportunidade que oferecem ao cidadão comum para expor neste espaço as suas inquietudes. Bem haja! Mesmo com os sinais que o PR JLo tem vindo a dar – há dias também o vice-PR deu um exemplo-, no que tange a atenção, afabilidade e proximidade com os cidadãos, bem assim como para com os seus problemas, parece-me que alguns responsáveis que dirigem instituições públicas do país não estão nem aí para o apelo e a orientação do chefe.

POR: Valter de Melo

Não sei se por distração, ou estão a esquivar-se do projecto desenhado para esta nova era pela actual liderança política. Ainda assim, penso que, por uma questão de norma e procedimento, o responsável a quem se enderece uma carta/documento, deverá despachar a mesma. Isto vem a propósito de uma carta redigida por uma pacata cidadã e endereçada ao senhor DG do Instituto Nacional de Estradas de Angola – INEA. A missiva foi recepcionada por uma funcionária do Instituto, precisamente no dia 30/11/2017, e até agora, lamentavelmente, nenhuma resposta ou esclarecimento lhe foi dada pelo responsável do INEA. O assunto nela estampado refere-se à parcela de terreno devidamente legalizada, localizada na povoação do Km 38, Comuna do Bom Jesus, Município do Icolo e Bengo, Província de Luanda, e que é possuidora dessa cedência a signatária da missiva. A referida parcela de terra situa-se a cerca a 500 metros da estrada Luanda-Catete, do lado oposto ao novo aeroporto internacional de Luanda. A partir do terceiro trimestre do ano em curso, deu-se inicio à construção de canais de escoamento de águas pluviais ligados à nova estrada actualmente em construção, atravessando várias parcelas, dentre as quais a parcela de terreno em questão. Em conversa com os técnicos e o encarregado de obras no local, constatou-se que a vala de escoamento afecta parcelas contíguas e termina na parcela em causa, o que provocará a sua inundação em tempo de chuvas. Na carta endereçada ao senhor DG do INEA é-lhe respeitosamente solicitado que forneça um esclarecimento sobre como se poderá equacionar e resolver este quadro de que a dona da parcela sairá prejudicada. Escreveu a missiva uma cidadã que está a ser lesada, que, com sacrifício, abraçou a oportunidade de aquisição de uma parcela de terreno para, com dignidade, investir e trabalhar em prol do país. Julgo que estamos todos em crer que ficou para trás a era em que a luta dos “mais fracos” pelos seus bens era inglória, com estes a serem totalmente ignorados e “esmagados”. Acreditamos nos novos tempos e nos esforços de todos envolvidos e empenhados nos trabalhos para uma Angola de todos e para todos.

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