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Research Atlantico: As receitas não petrolíferas colectadas aos Grandes Contribuintes atingiram 264,7 mil milhões AOA

O montante arrecadado no primeiro semestre de 2018 representa um incremento de 4% face ao período homólogo

POR: Atlantico

Espaço Angola

As receitas não petrolíferas arrecadadas no primeiro semestre de 2018, aos os Grandes Contribuintes, registaram um aumento de 4% face ao período homólogo, situando- se em 264,7 mil milhões AOA. • As notas e moedas em circulação na economia atingiram 422,84 mil milhões AOA em Junho, uma redução de 6,4% face ao mês anterior.

Espaço Internacional

Zona Euro: O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter inalteradas as taxas de juro directoras, e manter o plano de compra de activos até final do ano corrente.  África do Sul: O Índice de Preço do Produto (IPP) registou variação homóloga de 5,9% no mês de Junho, que corresponde a uma aceleração de 1,3 p.p. face ao nível apurado no mês anterior.

Visão Atlantico

As receitas não petrolíferas arrecadadas no primeiro semestre de 2018, aos Grandes Contribuintes, registaram um aumento de 4% face ao período homólogo, situando- se em 264,7 mil milhões AOA. O aperfeiçoamento na capacidade de arrecadação de receitas pela Administração Geral Tributária, o aumento da base tributária e a melhoria nas perspectivas económicas poderão justificar o desempenho positivo na arrecadação das receitas. Destaca-se que o Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2018 prevê arrecadar 1.740,2 mil milhões AOA, com receitas não petrolífera, cerca de 40% das receitas correntes totais previstas. O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter inalteradas as taxas de juro directoras, e manter o plano de compra de activo até final do ano corrente. A influenciar a decisão, esteve o desempenho sólido e generalizado da economia no 1º trimestre, não obstante apresentar moderação de 0,3 p.p., face ao trimestre anterior, fixando-se em 0,4%, por um lado, e a expansão do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) na Zona Euro que aumentou para 2,0% em Junho de 2018, face aos 1,9% apurados em Maio, como resultado sobretudo da inflação mais elevada dos preços dos produtos energéticos e dos produtos alimentares. Importa ressaltar que as taxas de juro mantêm-se estáveis desde Março de 2016.

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