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Samakuva discursa hoje no Lubango

O líder da UNITA, Isaías Samakuva, vai presidir um acto de massas, hoje, Sábado, no antigo Mercado do Chioco, na cidade do Lubango, capital da província da Huíla

POR: João Katombela, no  Lubango

Este acto vai encerrar a IV sessão Ordinária do Comité Nacional da JURA, braço juvenil da UNITA, que está reunida nesta cidade desde Quinta-feira, 26, segundo declarou a OPAÍS o secretário provincial na Huíla, Tomé Lourenço. O comício será antecedido por uma passeata pelas principais artérias da cidade do Lubango para saudar o 44º aniversário da JURA, a celebrar-se em Outubro próximo. O encontro, que juntou os secretários das 18 províncias, serviu para balancear as actividades desenvolvidas por esta organização em 2017, bem como falou da preparação das autarquias locais.

Decorrido sob o lema “Pela Igualdade Oportunidades, Autarquias em Todos os Municípios Já ”, segundo o político, a UNITA continua a defender o gradualismo funcional como sendo o modelo mais adequado para a criação das autarquias em Angola. Questionado sobre a escolha da província da Huíla para albergar esta reunião, Tomé Lourenço disse que se deve ao facto de ser a segunda maior praça eleitoral do país, depois de Luanda. Afirmou ser também o maior viveiro desta organização juvenil liderada actualmente por Alicerces (Ali)Mango, cujo Comité  Nacional é composto por 21 membros.

Os trabalhos desta reunião foram orientados por ele, que está no Lubango desde Terça-feira, 24, e durante a sua estadia visitou o Complexo Agrário do Tchivinguiro, a Universidade Mandume Ya Ndemofayo e a Direcção Provincial da Juventude e Desportos. A abertura do encontro foi feita pelo secretário-geral adjunto da UNITA, Rafael Massanga, que defendeu a formação dos quadros face aos novos desafios que a organização tem pela frente. Depois de destacar a importância do acto, o político disse que apesar das dificuldades de várias índoles que a JURA enfrenta, ela tem sabido honrar a acção patriótica ao longo da sua existência, com derrotas e vitórias, sem perder de vista o objectivo estratégico do partido, o de “assumir o poder político em Angola” pela via democrática.

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