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Editorial: O vandalismo

Luanda, Benguela, Lubango, Huambo, o mal é geral, assim como a incapacidade das autoridades de o conterem. A vandalização e roubo de cabos de de outros equipamentos dos sistemas públicos de iluminação, envolvendo cidadãos nacionais e estrangeiros imigrantes, explica que o negocio interessa a muita gente, explica que faz circular muito dinheiro e explica também até que ponto os angolanos deixaram de se importar com o bem comum, cuidando apenas do seu interesse pessoal e momentâneo. Mas não deixa de ser um negocio com circuitos próprios, definidos, vigiáveis. Por isso não se entende a facilidade com que agem os vândalos e e muito menos que tal mercado seja alimentado. Há que questionar o empenho dos técnicos da ENDE e da Polícia no combate a este crime de milhões.

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