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Editorial: O fim da inocência

Cá em Angola, até por causa das lições contidas nos contos da nossa tradição oral, nas balizas com que se guiam as relações familiares e comunitárias que deveriam ditar o respeito e os laços de solidariedade, pensa-se muitas vezes com a ingenuidade própria de quem crê no outro, mas sobretudo acredita-se na sua incapacidade de nos fazer mal. Ou será tudo cinismo? A verdade é que se repetem os casos de burla, de roubos e até de adulteração dos períodos de validade dos produtos alimentares postos à venda já venenos. É hora de deixar a inocência de lado em alguns casos e assumir que mais vale fiscalizar, desconfiar e agir. Não somos assim tão bons.

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