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Empresa de pontes a caminho da privatização

O processo de privatizações vai abranger mais de 50 empresas públicas de todo o país que respondem mais às expectativas iniciais

A empresa Nacional de Pontes (ENP) vai ser privatizada, anunciou esta semana em Luanda o ministro da Construção e Obras Públicas, que garantiu estarem a decorrer trabalhos para relançar a laboração e pagar os atrasados, nomeadamente salários de 56 meses, informou a imprensa internacional.

“A ENP faz parte da lista de empresas que vão ser privatizadas, estando a decorrer o processo de negociação com empresas interessadas na sua aquisição”, avançou o governante Manuel Tavares de Almeida falava durante o seminário sobre as “Principais irregularidades na Administração Pública e a lei”, promovida pela Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE) de Angola, e disse ainda que a questão dos atrasados está igualmente a ser equacionada no quadro da privatização da empresa.

Em Fevereiro último, admitiu-se que a ENP poderia renascer das dívidas com um acordo que estaria a ser negociado entre o Ministério da Construção e Obras Públicas e uma empresa privada chinesa, algo que aparentemente nunca se chegou a concretizar.

Em Outubro de 2017, Manuel Tavares de Almeida visitou as instalações da empresa de pontes e garantiu, na altura, “estar a equacionar a questão dos salários em atraso”, mas, passados nove meses, os cerca de 400 funcionários dizem atravessar diariamente “múltiplas dificuldades”.

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