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João Lourenço apela à união no Zimbabwe

Sobre as eleições harmonizadas de 30 de Julho, o Presidente angolano diz que o povo do Zimbabwe teve conduta exemplar e reitera a necessidade de os líderes políticos que contestam os resultados das eleições fazerem as suas reivindicações através dos mecanismos de resolução de disputas e dos Tribunais Eleitorais

João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República de Angola e Presidente do Órgão da SADC para a Cooperação nos domínios de Política, Defesa e Segurança, exprimiu, ontem, em comunicado, a sua solidariedade para com o Povo do Zimbabwe, pela sua conduta exemplar durante as eleições de 30 de Julho de 2018.

O Presidente do Órgão lança um apelo a todos os actores em geral e líderes políticos em particular, bem como aos seus apoiantes, para ultrapassarem os desafios imediatos do período pós-eleitoral, a fim de permitir que o país aspire a uma nova e promissora era.

O Presidente do Órgão coage, por conseguinte, todos os actores e líderes políticos a abraçar esta transição e trabalhar colectivamente na consolidação dos ganhos da democracia e a garantir que o futuro económico e político da República do Zimbabwe seja devidamente assegurado.

João Lourenço lança ainda um apelo a todos os líderes políticos e seus apoiantes para observarem o máximo de tolerância e calma na equência da publicação dos resultados finais das Eleições Harmonizadas de 30 de Julho de 2018, pela Comissão Eleitoral do Zimbabwe.

Para o efeito, Lourenço reitera a necessidade de os líderes políticos que contestam os resultados das eleições fazerem as suas reivindicações através dos mecanismos de resolução de disputas e dos Tribunais Eleitorais previstos pelas leis da República do Zimbabwe.

A Missão de Observação Eleitoral da SADC (SEOM) vai continuar a apoiar o processo eleitoral no Zimbabwe, através do acompanhamento da fase pós-eleitoral, como parte do mandato da sua Missão de Observação de Longo Prazo, em conformidade com os Princípios e Linhas Mestras da SADC sobre as Eleições Democráticas (de 2015), lê-se no fim da nota chegada a OPAÍS.

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