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Três mortos e cinco feridos em violência em Julho na Líbia, segundo Nações Unidas

A Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (MANUL) registou, de 1 a 31 de Julho de 2018, três mortos e cinco feridos civis vítimas de hostilidades ocorridas no país, o balanço de vítimas mais baixo desde o início do ano.

Entre as vítimas figuram uma mulher e dois homens abatidos, enquanto os feridos são todos homens, segundo um relatório mensal elaborado pela MANUL e publicado no início de Agosto corrente. A maioria das vítimas civis foi atingida por tiros (dois mortos e cinco feridos), seguidos por restos explosivos de guerra (uma morta), precisa o documento, acrescentando que os incidentes em causa ocorreram em Tripoli, a capital (dois mortos e cinco feridos) e em Benghazi (um morto). Por outro lado, a MANUL contou 20 outras vítimas possíveis de outras violações do direito internacional humanitário e de violações ou abusos do direito internacional relativo aos direitos humanos em Benghazi, Sebha, Tazerbou, Zliten e Zouara, diferentes províncias do país.

A Líbia está exposta à violência desde a destituição, em 2011, do regime de Muamar Kadafi, alimentada pela proliferação das armas entre a população e pela ausência de órgãos de segurança e militar estatais capazes de manter a ordem e impor a vontade dum Estado tornado bicéfalo com dois Governos, sendo um em Tripoli reconhecido pela comunidade internacional e o outro em Beidha, no Leste do país.

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