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Carta do leitor: Kijilas de Luanda

Volvidos alguns anos e com os ventos da paz efectiva em Angola, em 2002, as coisas começaram a mudar.

POR: Roberto Santos da Silva

O papel das administrações tornou-se mais interventivo, embora ainda haja muito por fazer. Esperemos que, com este novo comandante Paulo Almeida as situações extremas e os indíces de criminalidade comecem a baixar. Seria bom que ele agendasse um encontro informal com moradores de Viana e de alguns bairros periféricos, Cassequel, Sambizanga e bairro da Calemba e do Cassequel, para concertar ideias no sentido de reduzir a delinquência, bem como outros problemas sociais. Antes, era visível a arrogância de alguns agentes no desempenho das suas funções, esperemos que doravante eles sejam mais cordiais. Apesar da crise económica e financeira que assola o país, gostaria que se construíssem mais esquadras ou se colocassem esquadras móveis nas zonas mais perigosas, pois isso seria um bom remédio contra a violência e traria alguma esperança de paz e sossego aos moradores desses locais. E, mudando de assunto, encarecidamente peço a quem de direito que se faça um esforço para resolver o problema da água potável, já que para a energia, nem Laúca nem coisa nenhuma nos convenceram da sua eficácia Mas que não seja como nesse bairro em que, desde que se fez a tubagem e a água chegou às torneiras, é verdade, no entanto, em menos de 24 horas, sabe-se lá por que razão, cortaram e tudo ficou como antes. E até hoje ninguém sabe por quê Isto sem esquecer de educar os moradores, pois é preciso pagar e não desperdiçar o precioso líquido tal como acontece noutros bairros. Para terminar, gostaria que a administração, em parceira com os moradores, fizesse um bom trabalho para tornar os musseques mais “andável” no período das chuvas. Uma boa terraplanagem e um asfaltinho básico não faria mal à ninguém Senhor Governador.

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