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Research Atlantico: Reservas bancárias junto do BNA atingiram Kz 1.083,81 mil milhões em Julho

O nível apurado corresponde a uma redução de 1,75% face ao mês anterior

POR: Atlantico

Espaço Angola

As Obrigações de Tesouro (OT) colocadas no mercado primário em Julho, fixaram-se em 120,09 mil milhões AOA, que corresponde a um aumento de 87% em comparação ao mês anterior. As reservas dos bancos comerciais no Banco Central situaram-se em 1.083,81 mil milhões AOA em Julho, que representa uma redução de 1,75% face ao período anterior.

Espaço Internacional

Japão: O Produto Interno Bruto (PIB) referente ao segundo trimestre do ano corrente cresceu 0,5%, que representa um incremento de 0,7 p.p. em relação à taxa de crescimento apurada no trimestre anterior. • China: A taxa de inflação homóloga situou-se em 2,1% no mês de Julho, um incremento de 0,2 p.p. face ao período anterior.

Visão Atlantico

Os dados preliminares divulgados pelo Banco Nacional de Angola demonstram que as reservas dos bancos comerciais junto ao Banco Central situaram-se em 1.083,81 mil milhões AOA durante o mês de Julho, o que corresponde a um incremento de 1,75% face ao mês anterior. As reservas bancárias são compostas pelos depósitos obrigatórios e excedentários, sendo que durante o período em análise, os depósitos obrigatórios registaram um peso de 70% sobre o valor total, uma redução de 8 p.p. face ao mês de Junho, enquanto os depósitos livres representaram 30%, um incremento na mesma proporção. Importa ressaltar que a redução dos depósitos obrigatórios em 11,6% poderá justificar a diminuição das reservas bancárias. Contudo, na comparação com o período homólogo verificou-se uma tendência contrária das reservas dos bancos comerciais, tendo aumentado 8%.

 A economia do Japão registou durante o segundo trimestre do ano corrente uma expansão de 0,5%, o que demonstra a recuperação da economia face à recessão registada nos primeiros três meses de 2018, cerca de 0,2%. O Produto Interno Bruto (PIB) em termos homólogos manteve-se estável, com um crescimento de 1%, o mesmo nível apurado no trimestre anterior. Relativamente ao PIB anualizado situou-se em 1,9%, uma melhoria face a variação de -0,9% apurada no trimestre anterior, tal como uma superação em relação as estimativas iniciais que apontavam para um crescimento de 1,4%. Segundo alguns analistas, o crescimento real do PIB poderá inverter a tendência ascendente no curto prazo devido às incertezas sobre as tensões do comércio global e a possibilidade de incremento do imposto de consumo, de 8% para 10%, no Outono de 2019, sendo que o último aumento ocorrido em 2014 resultou numa forte desaceleração da economia. .

 

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