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As sessões decorrerão nos dias 21 e 22 no Camões–Centro Cultural Português em Luanda

Seis curta-metragens da lusofonia, escolhidas num concurso realizado em 2017, no âmbito das comemorações dos 25 anos do Programa de Cooperação PALOP e TL, financiado pela União Europeia serão exibidas nos dias 21 e 22 deste mês, no auditório Pepetela, em Luanda As sessões promovidas pelo Camões–Centro Cultural Português, em parceria com a Associação dos Antigos Estudantes Angolanos em Portugal, resultaram de um realizado o ano transacto, com o objectivo de reforçar o conhecimento sobre a diversidade e as semelhanças entre as várias culturas nacionais, no contexto de uma história e língua oficial comuns, visando promover os jovens artistas, e as suas produções, bem como a produção e difusão das curtas – metragens, promovendo a igualdade de oportunidades do género.

O ciclo terá início às 18 horas e 30 minutos, com a exibição do filme, “Percursos do angolano” de Mauro Pereira, um documentário que narra o percurso de um cidadão de Cabo Verde em Angola, que ao regressar ao seu país, procura compreender os motivos para continuar emigrado. Seguir-se-á o documentário “Pá Nha Téra”, do realizador guineense, Rui Manuel da Costa, uma produção que narra a vida de Quintino, director do Parque “João Veira e Poilão”, no arquipélago de Bijagós, cuja missão é manter o equilíbrio entre homem e meio natural. As sessões prosseguirão com “Tara Bandu”, de Victor de Sousa Pereira, de Timor Leste, fazendo menção a uma prática tradicional actual das comunidades timorenses, para mediação de conflitos entre a legislação religiosa, tradicional e democrática.

Depois será a vez da “Hora Di Bai”, da realizadora cabo-verdiana, Samira Vera-Cruz, uma produção sobre a realidade caboverdiana, de uma eterna viagem e na derradeira hora, a mistura entre o branco e o preto, entre o europeu e o africano, numa ilha extremamente católica (herança europeia) mas que guarda superstições trazidas pelos escravos (herança africana). Afinal, a morte é certa. ”A Hora di Bai” é que é incerta. Completarão o ciclo, ”Vestindo a Religião”, da realizadora moçambicana Yara Costa, cujo enredo se desenrola na pequena Ilha de Moçambique, a religião que sempre faz parte da vida de todos. Mas a recente escolha da Karen, uma jovem muçulmana, causa estranheza na sua comunidade, enquanto ela se descobre no Islão mais radical. Encerrará as sessões o documentário “Mina Kiá de Kátya” do cinesta Aragão, de S. Tomé e Príncipe, retratando Tónia, uma menina extrovertida, sensível e alegre, que sonha ser jornalista.

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