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Rui Falcão destaca feitos de Dos Santos

O primeiro secretário do MPLA em Benguela, Rui Falcão, enalteceu os feitos do presidente do seu partido, José Eduardo dos Santos, na cidade portuária do Lobito

POR: Constantino Eduardo,
em Benguela

Militantes do MPLA em Benguela realizaram uma passeata, Sábado, 25, em homenagem ao 76º aniversário do seu líder, José Eduardo dos Santos, comemorado ontem, 28 de Agosto. Sob o lema “Melhorar o que está bem, corrigir o que está mal”, o MPLA promoveu uma passeata que começou na cidade de Benguela até à vizinha cidade Lobito, ao longo de um percurso de 30 quilómetros. Além de homenagear o presidente do partido, a mesma serviu também para saudar o 7º congresso extraordinário do MPLA, bem como apoiar a candidatura de João Lourenço ao cadeirão máximo desta força política.

Na passeata encabeça pelo 1º secretário provincial do MPLA e governador de Benguela, Rui Falcão, participaram militantes do município de Benguela (anfitriã), Baía- Farta, Catumbela e Lobito. A mesma culminou com um acto político de massas na Casa do Pessoal do Porto do Lobito presidido por Rui Falcão.Na sua alocução, Rui Falcão começou por enaltecer os feitos alcançados no consulado de José Eduardo dos Santos, que considerou o “Herói da Paz, Reconciliação e Unidade Nacional”. Ressaltou que José Eduardo dos Santos, enquanto Presidente da República de Angola, foi o garante da paz e da estabilidade, referindo que os seus “feitos estão inscritos nos anais da história de Angola como líder e patriota”.

Falcão destacou José Eduardo dos Santos pelo seu empenho e dedicação às causas do país. Enquanto Rui Falcão centrava a sua comunicação na figura do antigo Presidente, em Benguela os militantes faziam uma antevisão ao congresso previsto para 8 de Setembro de 2018. Em declarações à imprensa, os membros descrevem o ambiente político no seio da organização como sendo de maturidade política, “prova disso é a transição que está a ser pacífica”, sublinhou Ricardo Catumbela. As suas declarações são corroboradas por Zacarias Ndavoca, frisando que a transição está a ser um exemplo de democracia interna, o que augura que seja seguido pelas futuras gerações.

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