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Editorial: O conhecimento é a cheve

O Presidente da República, João Lourenço, sugeriu nesta Terçafeira, em Beijing o aumento do investimento directo de empresas chinesas na produção de bens de consumo em Angola.

Segundo o estadista angolano, o entendimento deve incluir a partilha de tecnologia, conhecimento científico e a formação de quadros angolanos. A sugestão do Presidente angolano é a que se impõe, mas há uma parte que o Estado deve fazer e que não depende nem dos chineses, nem de mais ninguém.

A tecnologia só se transfere para quem a possa entender e manusear. Logo, cabe ao Estado angolano apostar em força na formação técnica e científica em Angola, na China e noutras partes. Aqui, o investimento tem de ser angolano, se se pretende alguma cisa séria com o país.

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