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Presidente da República nomeia novos governadores provinciais

Depois de ter exonerado, por Decreto, Segunda-feira, o administrador da Sociedade da Zona Económica Especial Luanda/Bengo, ontem, exonerou e nomeou novos governadores

O Presidente da República, João Lourenço, exonerou ontem, Quarta-feira, os governadores provinciais do Bié, Álvaro Manuel de Boavida Neto, da Lunda-Sul, Ernesto Fernando Kiteculo, do Cunene, Kundi Paihama, do Huambo, João Baptista Kussumua, da Huíla, João Marcelino Tyipinge, e do Zaire, José Joana André. Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da República, João Lourenço nomeou como governadores provinciais do Bié, Pereira Alfredo, do Cunene, Virgílio da Ressurreição Adriano Tyova, do Huambo, Joana Lina Ramos Baptista Cândido, e da Huíla, Luís Manuel da Fonseca Nunes.

O Presidente da República nomeou ainda, como governadores provinciais da Lunda-Sul, Daniel Félix Neto, e do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia. Analista defende continuidade de projectos Para comentar as exonerações de ontem, O PAÍS ouviu o economista e especialista em desenvolvimento sustentável Sérgio Calundungu, que considerou as nomeações e as exonerações como sendo processos normais de rotação de quadros.

Calundungo defende que as razões das exonerações fossem fundamentadas pelo Presidente da República nos seus decretos, “longe dos habituais argumentos de conveniência de serviço”. Segundo o também activista social, a falta de uma informação sobre qualquer exoneração de um alto dirigente, como no caso, gera níveis de incertezas no seio dos quadros indicados pela antiga governação.

Por isso, sugere a necessidade de existir uma política que garanta maior estabilidade dos quadros nomeados pelo antigo Governo, para se evitar a “ruptura” com o passado. “Existe um governador e uma dinâmica de trabalho e quando há uma mudança, o novo deita tudo por terra, independente de ser positivo ou negativo”, resumiu.

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