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General do exército sugere construção de panteões

O general do exercito, Francisco Furtado, sugeriu hoje, domingo, no Luena, a construção de panteões nacional e provinciais, para o acolhimento dos restos mortais de todos quanto se destacaram as diferentes etapas da história da nação angolana.

 

 

Convidado a disserta o tema “A paz como factor imperativo da participação da juventude no desenvolvimento”, enquadrada nas celebrações do 17 de Setembro, argumentou que os heróis nacionais não devem ser reconhecidos apenas após o seu desaparecimento físico.
O general das Forças Armadas Angolanas (FAA) insistiu que em muitas ocasiões, a história dos antigos combatentes e veteranos da pátria deve ser contada pelos seus protagonistas.
Na oportunidade, o prelector aconselhou a juventude, na qualidade de força motriz, a ser renovadora, combativa e audaz, de forma a revitalizar as esperanças na construção de um futuro melhor para a nação.
Na sua óptica, a juventude deve revelar uma conduta digna e patriótica para preservar as conquistas alcançadas e valorizar os heróis nacionais, com destaque para o fundador da nação angolana, António Agostinho Neto.
“Sendo a juventude o garante da paz e da estabilidade do país, é no seio dela que se forjam as lideranças que asseguram a continuidade da condução dos programas e estratégias de desenvolvimento do país”, sublinhou.
Ao fazer uma retrospectiva sobre o quadro histórico das guerras vividas no país até ao alcance da paz, em 2002, referiu que só a determinação da juventude na época permitiu tal feito, pelo que pediu a mesma determinação e coragem à juventude actual.
Na sua intervenção, o governador da província do Moxico, Gonçalves Muandumba, recomendou também à juventude a ter sentimento de nacionalismo à semelhança aos jovens do passado, evitando a excessiva comparação com os outros países.
Apelou por outro lado as igrejas e as demais instituições da sociedade a auxiliarem o governo no resgate dos valores morais e culturais.
No final da palestra, foi exibido um documentário que retrata as principais operações realizadas nesta região, a partir da década de 80, no teatro militar, até ao alcance da paz, em 2002.
Participaram do debate, membros do governo provincial, académicos, efectivos do ministério do Interior, das Forças Armadas Angolanas e população interessada.

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