Biocom produz mais de duas mil toneladas de açúcar em quatro meses

A Biocom continua determinada no processo de diversificação da economia do país e alinha-se com a estratégia do Governo

Mais de duas mil toneladas de açúcar foram produzidas nos últimos quatros meses pela Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), segundo informou neste fim-de-semana, em Luanda, o seu director Geral Adjunto, Luís Bagorro Júnior.

De acordo com o responsável, a Companhia de Bioenergia de Angola, continua determinada no processo de diversificação da economia do país e alinha-se com a estratégia do Governo, no Programa de Apoio à Producão, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (PRODESI), razão pela qual nos últimos quatro meses a empresa superou as duas mil toneladas de açúcar, e continua empenhada em alcançar as metas planeadas. Luís Bagorro Júnior, acrescentou ainda que para além de já ter superado a produção da safra anterior, a Empresa contínua empenhada, em cada colheita, aumentar a produção.

“Estamos a trabalhar para aumentarmos a produção do açúcar Kapanda”, salientou. Além dos empregos directos, a Biocom fomenta, no município de Cacuso-Malanje, milhares de empregos indirectos, criando desta forma uma verdadeira cadeia de geração de renda para várias famílias, gerando inúmeros benefícios sócio-económicos para a região.

“O crescimento do município de Cacuso da província de Malanje, onde a Biocom está inserida, tem trazido muitos benefícios para a região. Um exemplo disso é que, actualmente, Cacuso já possui filiais das principais agências bancárias do país”, explica o director-geral adjunto da Biocom.

A Companhia de Bioenergia de Angola conta actualmente com cerca de 2.995 trabalhadores, a firma é a maior empresa privada do sector não petrolífero, participando, desta forma, na redução do índice de desemprego, uma vez que 95% dos integrantes da empresa são cidadãos nacionais e cinco por cento são expatriados.

Os trabalhadores expatriados têm o compromisso de transmitir conhecimento, melhorando assim a formação técnica dos angolanos, o que permitirá que, até à maturidade, a empresa possa ter um efectivo de apenas 2% de profissionais estrangeiros no seu efectivo.