Editorial: Vamos falar na Academia BAI

O economista angolano Manuel Alves da Rocha estimou ontem, falando à Lusa, que a taxa de crescimento de Angola “não será superior a 2,8% até 2022”, comparando as previsões do Governo angolano, com as do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). Se nos lembrarmos das vezes que o presidente da AIA, José Severino, disse que Angola precisava de crescer a dois dígitos por uma década para equilibrar o PIB e a taxa de crescimento demográfico, por exemplo, logo percebemos que é preciso apelar a muita imaginação e arrojo para melhorar a vida dos angolanos. Talvez alguma luz transpareça na conferência da revista EXAME, amanhã, na Academia BAI, às 14h00, sobre os desafios do Modelo Económico Angolano.