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João Lourenço termina visita à China

O Presidente angolano, João Lourenço, termina, nesta quarta-feira, em Beijing, a sua visita de Estado à China, depois de ter mantido contactos de alto nível com as autoridades políticas e com os empresários chineses, que culminaram com a assinatura de vários acordos de cooperação.

Depois de ter sido recebido pelo primeiro-ministro, Li Keqiang, pelo presidente do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional da República da China, Li Zhanshu, e ter participado de conversações oficiais, juntamente com o seu homólogo, Xi Jinping, o Chefe de Estado desloca-se hoje ao centro de pesquisas da Huawei.
João Lourenço, que recebeu terça-feira algumas entidades empresariais chinesas, vai inteirar-se do funcionamento daquela empresa do mercado de telecomunicações.
Trata-se do terceiro maior fabricante mundial de smartphones, atrás da Samsung Electronics e da Apple Inc, que registou, em 2017, um aumento de 28 por cento no seu lucro, com suporte de cortes de custos e uma performance sólida no mercado de origem.
Baseada em Shenzhen, a Huawei viu o seu lucro subir para 47.5 biliões de yuans em 2017, uma elevação ante o aumento de 0,4 por cento em 2016. O crescimento deve-se parcialmente à queda de 85 por cento em custos de financiamento.
As suas receitas cresceram 15,7 por cento para 603.6 biliões de yuans, em linha com a indicação prévia da companhia, mas no menor aumento em quatro anos.
Essa multinacional chinesa de tecnologias anunciou, recentemente, a pretensão de instalar brevemente, em Angola, um centro de referência tecnológico para montagem de smartphones, computadores e outros equipamentos.
Além da visita à sede da Huawei, o Presidente angolano desloca-se a Tianjin, uma das mais importantes cidades da China e uma das quatro cidades-municípios do país.
Trata-se da quinta cidade mais rica da China, pelo Produto Interno Bruto, só superada por Shanghai, Beijing, Guangzhou, Shenzhen e da cidade administrativa de Hong Kong
O sector industrial manufactureiro é o mais importante (responsável por 54,8 por cento do PIB) e com a mais rápida expansão (18,2 por cento anuais) entre todos os sectores da economia de Tianjin.
As suas principais indústrias são relacionadas com produtos petroquímicos, têxteis, automobilísticos, metalúrgicos e farmacêuticos. Só em 2010, a cidade atraiu um total de USD 13,2 biliões em investimentos, tendo mais de 21 mil empresas estrangeiras instaladas e ou a investir na cidade, nos últimos anos.
Desde 2008, a cidade acumula investimentos estrangeiros superiores a USD 48 biliões.
Será nessa cidade onde João Lourenço termina a sua visita de dois dias, deve

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