16 transferências diárias para cirurgias

Lígia Alves disse ainda que a instituição recebe todos os dias cerca de 16 transferências com indicação para cirurgias, por ser uma das maternidades de referência, à semelhança da Lucrécia Paim, existentes na capital do país.

“As unidades arredores não têm condições para operar os casos complicados, por isso, mandam para aqui ou para a maternidade Lucrécia Paim”, disse. Referiu que uma mulher que já sofreu cesariana não pode dar a luz em cas, porque se abrir a ferida que está dentro a quantidade de sangue pode provocar a morte imediata. “Nós aconselhamos sempre as mulheres a terem os partos institucionais, num sítio seguro”, disse.

Anteriormente, essa unidade hospitalar era chamada Casa de Saúde de Luanda e atendia apenas determinados grupos da população, mas com o passar do tempo e, por causa da densidade populacional e a localização geográfica da própria instituição, houve a necessidade de transformar em hospital, por não haver muitos. “Nós estamos pronto para receber toda gente. Naturalmente que não há capacidade tal porque o hospital não é muito grande. Temos uma capacidade de 151 camas,  quando a procura é demais não rejeitamos ninguém. Gostaríamos que o hospital fosse maior para atender a demanda”, explicou Lígia Alves.

A malária e as suas vítimas

A médica explicou que a malária continua a primeira causa de morte endireita materna e isso tem preocupado a unidade hospitalar. Por isso, apela que todas as medidas orientadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devem ser acatadas. A maternidade Augusto Ngangula conta com uma sala de parto grande, com oito á 10 camas, na qual permanece de plantão uma equipa de quatro a cinco enfermeiros a vigiarem-nas. Dispõe também de serviços de internamento de genecologia, obstetrícia, UCI toxicémica (Unidade de Cuidados Intensivos com os doentes com problemas de hipertensão arterial), de cirurgia obstétrica (local onde as mulheres são internadas logo após a cesariana), entre outros.

Formados no Uíge 526 jovens em empreendedorismo

Quinhentos e 26 jovens da província do Uíge foram formados, nos últimos cinco anos, na cidade capital da província do Uíge, no Centro Local de Empreendedorismo e Serviços de Emprego (CLESE), afecto ao Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional (Inefop). O director do centro, Joaquim Paulo Adão, em declarações à Angop, informou que os jovens foram formados igualmente nas áreas de informática, gestão básica e criação de pequenos negócios, contabilidade, fiscalidade e auditoria, assim como nas