Mercado da Ásia-Pacífico registou maior crescimento de passageiros de 13,3%” em 2017

O mercado de aviação comercial da China irá necessitar de 1390 novos aviões a jacto até 150 lugares nos próximos 20 anos, informou recentemente em Zhuhai a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). Em 2017 o mercado Ásia- Pacífico registou maior número de passageiros.

Os novos aviões que as companhias aéreas da China deverão ter de comprar nas duas próximas décadas para responder à procura têm um custo estimado em 82 mil milhões de dólares, aos preços de catálogo actuais. “O mercado chines registou um crescimento de 13,3% ”, disse Arjan Meijer, director comercial da Embraer Aviação Comercial no decurso da 12.ª Exposição Internacional de Aviação & Aeroespacial da China. Arjan Meijer disse ainda que o ritmo constante de crescimento económico, investimento contínuo na construção de aeroportos, a execução de planos básicos de serviços aéreos e o aumento de classe média foram os factores que impulsionaram a procura por viagens aéreas.

“Acreditamos, por isso, que nos próximos 20 anos os aviões até 150 lugares terão um potencial muito grande na China”, disse. O documento adianta ter a empresa lançado os E-Jets E2 para dar resposta à procura crescente, aviões de corredor único com um máximo de 150 lugares, tendo recebido já 130 encomendas firmes, 22 das quais de companhias chinesas.

A Embraer actua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola, sendo líder mundial no fabrico de aviões a jacto para o segmento de aviação comercial até 150 lugares.