Este sábado, o Recreativo do Libolo do Kwanza Sul pode abrir o Champanhe, caso vença o Petro de Luanda, no Pavilhão Principal da Cidadela Desportiva, em partida a contar para os Play-off

No quinto embate, os libolenses venceram os tricolores por 79-78, um ponto de diferença, o que fez com que a formação da província Kwanza Sul passasse a liderar a final por (3-2).

A formação de Calulo, campeão nacional, regressa ao reduto do adversário com o objectivo de subir ao pódio e fazer a festa, mas é ponto assente que não será fácil, porque na última partida discutiram até ao último minuto.

Os tricolores ainda forçaram um prolongamento, mas debalde, porque o extemo Olímpio Cipriano foi mais forte, ao penetrar travaram-lhe, e na linha dos dois pontos conseguiu pôr a sua equipa em vantagem.

Deste modo, os comandados de Lazare Adingono têm a obrigação de adiar a festa dos libolenses, se quiserem continuar a sonhar com a conquista do Campeonato Nacional da bola ao cesto.

Para travar o ímpeto ofensivo do cinco do Kwanza Sul, os donos de casa são obrigados a ter um sistema defensivo com capacidade de bloquear as peças mais importantes dos campeões nacionais.

No jogo passado, os tricolores pagaram uma factura cara, pelo facto de terem cometido muitos erros defensivos e ofensivos, porque não tiveram capacidade de controlar o tempo de ataque, sempre que tivessem a posse de bola.

Nivaldo Mbunga, poste do eixo viário, desperdiçou uma soberana oportunidade, mas não conseguiu finalizar em pontos, dai os libolenses conseguiram manter a diferença, quando perdiam por dez pontos de diferença.

Com estes indicadores, os tricolores deverão corrigir as falhas e pensar na partida, porque os objectivos são os mesmos, ainda que não se deixe a equipa adversaria fazer claramente o seu jogo.

Os tricolores têm sido incapazes de gerir o resultado, sempre que estão em vantagem, dai que os campeões nacionais têm sabido tirar partido da situação, porque a equipa não reage na ponta final.

O poste do Petro de Luanda, Leonel Paulo, não foi capaz de travar os seus adversários, porque os seus colegas não tiveram capacidade para compensar em virtude da indisciplina táctica.

O técnico do Petro de Luanda, Lazare Adingono, disse que foi um jogo muito difícil, porque o adversário soube recuperar na ponta final, mas tudo farão para inverter o quadro no sexto encontro.

Ainda assim, o técnico admitiu que a sua equipa esteve bem nos primeiros minutos, depois foi incapaz de gerir o resultado, facto que ditou a derrota, apesar de ter sido por um ponto de diferença.

“Vamos lutar para forçar o sétimo jogo, porque o grupo está moralizado e acredita que pode chegar lá. As falhas do jogo anterior fazem parte do passado”, disse o treinador de nacionalidade camaronesa.

Para o técnico Norberto Alves, o Recreativo do Libolo do Kwanza ainda não pode dar-se como campeão, porque faltam dois jogos e o adversário sabe jogar e conhece bem as peças fundamentais da equipa.

O técnico disse que foi um bom jogo, por isso vão continuar a trabalhar para manter os níveis competitivos, uma vez que conseguiram quebrar o ritmo do adversário na ponta final, quando perdiam por dez pontos.

“O Petro de Luanda é uma equipa forte, ainda não podemos cantar a vitória, porque não sabemos como vai ser o próximo jogo”, afirmou o técnico da equipa afecta a vila de Calulo.

Norberto Alves conseguiu manter os níveis competitivos, além de que há no seu plantel atletas com capacidade para resolver a partida a qualquer instante, tendo em conta os anos de experiência que tem.

Olímpio Cipriano, Carlos Morais, Eduardo Mingas e Bráulio Morais são as peças fundamentais dos libolenses. Os jogadores não querem adiar o jogo, por isso vão dar o máximo para conseguir a vitória.

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