As actuais circunstâncias democráticas e históricas não aconselham um novo GURN, disse João Lourenço em Malanje, num discurso em que especificou produtos agrícolas que deverá ser cultivados com apoio do Estado em Malanje, falou de inclusão digital e prometeu facilitar o acesso ao livro e à cultura. Em pelo menos quatro momentos disse a palavra felicidade.

João Lourenço começou o seu discurso de campanha em Malanje, ontem de manhã, expressando confiança na vitória nas eleições do dia 23, ante mais de 150 mil pessoas. “Malanje é do MPLA e quer uma vitória esmagadora”, disse. No início do discurso no campo do Ferrovia. E, para reforçar tal confiança, perguntou à audiência se podia ir embora descansado, ainda que não discursasse, porque a vitória em Malanje não lhe escaparia, ao que a audiência respondeu em uníssono que sim.

SE depender daquelas milhares de pessoas, o MPLA ganha todos os lugares do círculo eleitoral de Malanje. João Lourenço disse depois que o povo de Malanje vota no número 4 porque quer o bem-estar que o MPLA garante. Mas este bem-estar, segundo Lourenço, vem com o trabalho, tendo adiantado que têm de ser os angolanos a assumir . “Quem vai resolver os nossos problemas somos nós próprios”.

“A nossa felicidade depende de nós”, adiantou. No comício de Malanje, João Lourenço disse haver muito afazer em e por Angola, e que num país com apenas 40 anos de independência e 15 de paz não pode haver falta de trabalho. De seguida abordou a agricultura e a pecuária, áreas de produção de alimentos porque um povo bem alimentado tem força para construir estradas e para edificar a indústria.

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