Monteiro Pinto Kapunga é o patrono do grupo MIAMOP, com interesses comerciais em diversos ramos de actividade. Filantropo por natureza, já chegou a custear a formação de mais de 300 estudantes entre Angola, Portugal e Estados Unidos da América. É na política onde dá cartas hoje, no grupo parlamentar do MPLA, em cuja lista volta a constar pelo círculo nacional. Natural de Malanje, este descendente directo de Ngola Kiluanje pensa apoiar o seu partido na campanha, a partir da sua terra de origem.

É mais conhecido por Monteiro Pinto Kapunga ou Kapunga da MIAMOP?

Monteiro Pinto Kapunga. Mas as pessoas associam sempre o nome à empresa, porque graças a Deus ou felizmente a própria sociedade é assim. Mas, eu sou Monteiro Pinto Kapunga, nasci a 180 quilómetros da cidade de Malanje.

Nasceu no município da Marimba?

Sim. Sou originário da família Nvunji ia Mbande, que vocês vulgarmente chamam como Ndinga a Mbande. Existem as famílias Ndinga a Mbande, Nvunji ia Mbande, Kamona a Mbande, Ngola Mbande, que são todas famílias reais de Ngola Kiluangue, de que sou originário e tenho orgulho de ser.

Como é que foi a vida em Malanje ou na sua Marimba natal?

Tive uma vida difícil e própria. Os meus trabalhos começaram desde criado em casa de vários portugueses que nós chamávamos colonos. Lavei roupa nos quartéis e graça a Deus fiz algumas formações. Ocupei cargos no partido, já fui director provincial em duas províncias, nomeadamente no Cuando-Cubango e Cunene.

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