Os fazedores de arte na província do Moxico solicitaram Domingo,8, no Luena, mais apoio dos empresários nacionais para dinamizar a arte na região.

Ao falar à Angop, por ocasião do Dia da Cultura Nacional (8 de Janeiro), os artistas afirmaram que a fraca aposta no sector tem dificultado o desenvolvimento da acção cultural e a criatividade dos fazedores da cultura na província. O representante local da União Nacional dos Artistas e Compositores – Sociedade de Autores (UNAC-SA), Paulo Salvador Cacoma, disse existir muitas iniciativas na música, na dança, criação da escultura, porém, a sua dinamização depende de patrocinadores.

Por seu turno, o actor Ronaldo Paixão aguarda por dias melhores, pois na sua óptica a província é rica em termos de manifestações culturais nas mais variadas vertentes. Já o músico Avelino Nicodemos que corrobora com a opinião do anterior interlocutor, disse que hoje a música não só é diversão, mas também um meio de divulgação de informação, coesão cultural e harmonia. “Ao patrocinarem, os músicos não perdem nada, ao contrário, ajudam a realizar os nossos sonhos, desenvolver a cultura e consolidar o nosso estado cultural”, disse.

Finalmente, a cantora Bina Santos, ainda no anonimato, apelou às pessoas para afluíram aos eventos culturais, por serem agradáveis e saudáveis, e presenciarem de perto o talento dos artistas locais. O Dia da Cultura Nacional, foi instituído em 1976, após o discurso pronunciado pelo primeiro presidente angolano e fundador da nação, António Agostinho Neto. A data foi instituída em reconhecimento ao seu pensamento, relativamente aos problemas que se prendem com a Cultura Nacional, bem como da importância que a cultura possui como um dos elementos constituintes do substrato da unidade nacional e factor essencial na afirmação da soberania do país e promoção do desenvolvimento

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