Pela primeira vez em oito anos a OPEP , Organização dos Países Exportadores de Petróleo, responsável por cerca de 40% da oferta mundial da matéria-prima, decidiu, de acordo com fontes da organização, fazer recuar a produção para 32,5 milhões de barris por dia, cerca de 750 mil barris abaixo da produção do conjunto dos seus membros em Agosto.
A decisão, que  foi hoje tomada na capital argelina, colheu de surpresa o mercado e a maioria dos analistas. A meio da tarde desta Quarta-feira circulava nas agências internacionais que a decisão quanto ao ‘congelamento’ da produção ou outra medida que estancasse a queda do preço do crude fora adiada para o final de Novembro, altura em que a OPEP realizará a sua reunião ordinária em Viena, Áustria. Mas o que aconteceu foi, segundo fontes da reunião citadas pelas agências a decisão um corte na produção, que a Rússia deverá acompanhar.

Ao início da noite, em Luanda, o barril de petróleo tipo Brent, referência das ramas angolanas, cotava a USD 48,31, o que representa um ganho superior a 5%, amealhado em poucas horas. (notícia em actualização, leia OPAÍS desta Quinta-feira)

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