A implementação de escolas e de espaços adaptados aos portadores de autismo constam das principais preocupações dos pais com filhos autistas que participam, desde o início desta semana, do primeiro ciclo formativo sobre a síndrome ministrado por técnicos cubanos.

Para os pais, que participam deste ciclo formativo, promovido pela Associação Angolana de Amigos do Autismo (Assama), dado o numero elevado de crianças e jovens autistas que o país vai registando, é momento do Estado prestar mais atenção e desenhar políticas que protejam e atendam de facto as necessidades dos portadores bem como das suas famílias.

A falta de recursos, tais como de diagnóstico precoce, de assistência social, de escolas e creches adaptadas, bem como de técnicos especializados em matéria de autismo constam das principais preocupações dos pais. De acordo com Iris André, diferentes de outras realidades, em Angola, as famílias enfrentam sozinhas, sem qualquer apoio institucional, os problemas ligados ao autismo.

Para ela, que é mãe de um filho autista, diante deste défice de políticas públicas viradas a este grupo da sociedade, as dificuldades tornam-se ainda maiores e constantes, acabando por afectar todo o agregado familiar devido as complicações e ao desgaste psicológicos que a síndrome causa. “De facto sentimo-nos muito sozinhas nesta luta em torno do autismo.

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