Estudo da Agência do Congresso para o Orçamento prevê que a saúde vai ficar “ou muito mais cara ou totalmente inalcançável para os pobres” A aplicação do sistema de saúde que Donald Trump defende pode deixar, nos Estados Unidos da América, 14 milhões sem seguro já em 2018, número que pode chegar aos 24 milhões sem assistência ao fim de uma década.

Esta é a conclusão de um estudo feito pela Agência do Congresso para o Orçamento. A Casa Branca já reagiu manifestando o seu “forte desacordo” garantindo que o novo plano não implicará assistência médica para menos pessoas.

“Se Obamacare é tão bom, porque se gastam os milhões dos contribuintes para dar vida? Errado” tweetou Donald Trump. O estudo analisa os custos do projeto-lei apresentado recentemente pelos republicanos e tem como principal objetivo eliminar a reforma feita na saúde pelo antigo Presidente, Barack Obama, e que se denominou ‘Obamacare’.

Segundo o mesmo estudo o sistema de saúde que Trump quer aplicar permitia um corte no défice em 337 milhões de dólares, mas isso levaria a que as apólices subissem entre 15 a 20% até 2019 o que reduziria “o número de pessoas saudáveis” a subscrever os seguros. Há uma frase neste estudo que é perfeitamente arrasadora e que pode deixar a pensar os republicanos moderados: “A saúde ou vai ficar muito mais cara ou totalmente inalcançável para os pobres”.

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