Dois dos réus envolvidos no caso em que foram vítimas quatro chineses foram unânimes em afirmar que receberam orientação clara do co-réu Nataniel Mingas para cometer o crime. Os réus até agora ouvidos desmentiram que a ordem de assassinar os cidadãos do oriente terá vindo de um general.

Os dois réus que respondem pelo mesmo nome, Severino Cathingonjo e Severino Caminga Pinto, já foram ouvidos pelo Tribunal Provincial de Luanda, em busca da verdade material dos factos, ou seja, o crime ocorrido no Benfica, em Janeiro do ano passado, de que foram vítimas quatro cidadãos chineses.

Apesar de já terem explicado na sessão passada em que circunstâncias aconteceu o crime e quem lhes tinha dado a ordem de matar os chineses, a juíza Tânia Mandume voltou a perguntar, para que ficasse claro, quem lhes tinha pedido para matar. O réu Severino Cathingonjo, sem hesitar, respondeu que tinha recebido a orientação de matar os chineses do Nataniel Mingas, tendo esclarecido que tal orientação não vinha de nenhum general muito menos do pai deste.

“O Nataniel disse que os chineses tinham levado à falência a empresa do seu pai e que por isso mereciam aquilo”. Além dessas declarações, o réu deixou claro que Nataniel Mingas fez-lhe crer que a ordem provinha de um general que era seu “boss” e que este estava a caminho, mas não apareceu. Assim, quando perguntado pela segunda fez respondeu taxativamente que foi Nataniel quem mandou matar.

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