As línguas não precisam de defensores

As línguas não precisam de defensores

Em Filho (2011, s/p), lê-se uma frase, do professor Vasco Botelho de Amaral, bastante interessante: “Eu não mando na língua. (Nem ninguém manda). A minha posição só me alegra seja a da tolerância. Violência só para as violências”. Esta reflexão . . .


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