Angola “espreita” meias-finais do Mundial júnior feminino de andebol

Angola “espreita” meias-finais do Mundial júnior feminino de andebol

Numa eventual vitória, hoje, frente à Holanda, a campeã africana júnior feminina de andebol garante o apuramento inédito para as meias-finais do Mundial, prova que decorre em solo esloveno, às 17:30. Na edição passada, em 2018, a Selecção Nacional classificou-se na 19ª posição, na Hungria

A Selecção Nacional júnior feminina de andebol defronta, hoje, a Holanda, em jogo referente aos quartos-de-final do Mundial, prova que decorre na Eslovénia, às 17:30.

No Pavilhão Dvorana Golovec, o combinado angolano, que agora merece o respeito redobrado das adversárias, é obrigado a entrar em campo descontraído para conseguir a vitória rumo às meias-finais da competição.

Para concretizar esta pretensão, as campeãs africanas devem esquecer o desaire, por 21-33, frente à Alemanha, a contar para os oitavos-de-final.

Aliás, Liliane Pedro, atleta fundamental na manobra ofensiva e defensiva da equipa, e companheiras devem saber que cada desafio tem a sua história.

Apesar de o favoritismo recair sobre o combinado holandês, o treinador José Terça Chuma terá de explorar os pontos fracos da equipa contrária, para conseguir o triunfo.

Aliás, o seleccionador sabe que a Holanda tem o jogo pautado pela circulação da bola, o que pode distrair a defensiva angolana. Por esse motivo, a equipa técnica, às ordens de José Terça Chuma, deverá apostar no contraataque, principal “arma” das angolanas, de modo a surpreender as holandesas.

No lançamento do jogo, o treinador das campeãs africanas, José Terça Chuma, disse que será um jogo difícil, mas não descartou a possibilidade de lutar pela qualificação para as meias-finais.

“Será um jogo duro de doer, porém vamos fazer para vencermos e dignificarmos as cores da bandeira angolana”, garantiu o ‘timoneiro’ da Selecção Nacional. Por sua vez, a Holanda, uma das candidatas ao troféu, vai procurar anular a Liliane Mário, peça fundamental das campeãs africanas, para acabar com o sonho das angolanas, que até ao momento já conseguiram a melhor classificação de sempre num Mundial.

Ainda assim, a tarefa não será fácil, porque a Selecção Nacional tem outras executantes que podem fazer a diferença.

Domingas Mpangu, Cristina Miguel, Donana Epalanga, Tahany Castro, Liliane Mário, Roberta Lopes, Regina Marques, Lourdes Pedro, Márcia Manuel, Mbongo Masseu, Marcela Tati, Ruth Salgado, Dolores Rosário, Janeth Mutemeca, Stélvia Pascoal e Bernadeth Belo são as jogadoras que estão às ordens de José Terça Chuma.

Na edição passada, em 2018, a Selecção Nacional classificou-se na 19ª posição, na Hungria.