FAB tem luz verde do MINJUD para concorrer à organização do Afrobasket 2025

FAB tem luz verde do MINJUD para concorrer à organização do Afrobasket 2025

Depois de ter acolhido o Africano de basquetebol em 89, 99 e 2007, Angola entra na corrida para a organização da maior festa da modalidade rainha no continente africano

O Ministério da Juventude e Desportos (MINJUD) autorizou, no princípio desta semana, a Federação Angolana de Basquetebol (FAB) a candidatar-se à organização do Afrobasket de 2025. Segundo fonte federativa, a decisão final do pais que vai acolher o certame dependerá do órgão que rege a modalidade no continente, a FIBA-ÁFRICA.

Com infraestruturas desportivas e de apoio, Angola tem capacidade de bater a concorrência dos demais países africanos. Aliás, já acolheu três edições, respectivamente em 89, 99 e 2007, períodos em que o basquetebol angolano era tido e achado como tradicional no continente.

Senegal, Egipto, Tunísia, Marrocos e Argélia são países com tradição nesta modalidade. Porém, tudo indica que esses países entrarão na corrida, uma vez que têm cadernos de encargos que permitem realizar a prova sem quais- quer sobressaltos.

Angola é o país com mais títulos na história dos Afrobasket’s, sendo que na galeria constam onze troféus. O primeiro foi conquistado em 89, prova realizada na Cidadela Desportiva, em Luanda. Jean Jacques da Conceição, David Dias, Necas, Ângelo Victoriano e outros foram os nomes que deram alegrias aos angolanos nas bancadas.

A Selecção Nacional está no grupo E das eliminatórias para o Afrobasket 2025, com a Tunísia, Guiné e o Quénia, cujo arranque está agendado para Fevereiro do próximo ano, conforme ditou o sorteio realizado, nesta Segunda-feira, em Joanesburgo, na África do Sul.

Eis os grupos: Grupo A – Sudão do Sul, República Democrática do Congo (RDC), Mali, Ilhas Maurícias e Comores. Grupo B – Cabo Verde, Nigéria e Uganda. Grupo C – Senegal, Camarões e Ruanda. Grupo D – Côte d`Ivoire, Egipto, República Centro-Africana, Madagáscar e Djibuti.