Editorial: Somos humanos

Gabinetes de ética e humanização com objectivo de formar quadros para o atendimento ao público serão criados em 2019, em todo país, pelo Ministério da Saúde junto dos hospitais de referência, anunciou Quinta-feira, no Lubango, a titular da pasta, Sílvia Lutukuta. Esta é a resposta a balbúrdia que existe no sector da saúde e é muito bem-vinda. E quem por estes gabinetes passar e não tratar os doentes e utentes como seres humanos deve ser expulso dos serviços, não serve. Na verdade, quem escolhe ser médico, enfermeiro ou gestor hospitalar deveria chegar já com o “chip ligado”, mas é preciso ainda criar-se na sua consciência a importância específica do serviço que prestam e sobre o estado especial em que está quem os procura.

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