Estados chamados a controlar transmissão vertical do sida

A coordenadora do PNUD em Angola, Mamisoa Rangers, esclareceu no final do workshop que decorreu em Luanda, que em 2015 a prevalência da transmissão vertical mãe-filho era de 21 por cento e que agora subiu para 26 por cento, o que representa a maior taxa a nível de África, sem contudo avançar números em relação ao continente. Realçou haver várias causa e apontou o sistema de informação sanitária, a disponibilidade antecipada de testes e a distribuição de insumos como sendo os principais constrangimentos que contribuíram para o aumento da prevalência.

Sublinhou existir compromisso político, financiamento e plano de comunicação sobre o corte vertical de mãe para filho a nível central, no sentido de se inverter o quadro. Para a responsável, apesar do investimento feito pelo Governo e o apoio do parceiro Fundo Global, representado pelo PUND em Angola, e mesmo comprando milhões de testes, as quantidades não têm sido suficientes para testar todas as mulheres grávidas, mas ainda assim se está a trabalhar para se reverter o quadro.

O workshop teve como finalidade discutir e analisar o plano nacional de prevenção para a eliminação da transmissão vertical de mãefilho, sífilis congénita e as Hepatite, relatório de revisão do plano de transmissão vertical (PTV) 2012/2015, o DRAFt do plano PTV 2019/2022 e a validação Plano PTV /2019/2022.

Promovido pelo Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional de Luta contra Sida (INLS), ANASO, em parceria com as instituições públicas, representantes de Gabinetes Provinciais de Saúde, Agências das Nações Unidas (PNUD, UNICEF, ONUSIDA, OMS e FNUAP), entre outros parceiros.

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