Angola quer evitar queda na produção petrolífera em 1,4 milhões barris

O governo angolano tornou publico uma serie de medidas para o sector petrolífero de forma a garantir a estabilidade do sector e travar uma baixa de produção do barril de petróleo de um milhão e 400 mil por dia, até ao final da legislatura 2018-2022

Para o efeito, Governo, através do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos aprovou cinco leis para reverter a tendência de declínio da produção e fomentar a prospecção e exploração de alguns depósitos já descobertos e a simplificação nos procedimentos administrativos para facilitar os investimentos. O ministro dos Recursos Naturais e Petróleos, Diamantino Pedro Azevedo, que falava hoje, na cidade do Sumbe, província do Cuanza-Sul, nas 1ª jornadas científicas técnicas sobre a metodologia da classificação e cálculos dos recursos minerais sólidos e hidrocarbonetos, existem algumas descobertas de gás não associado ao petróleo.

Por esta razão, disse, há a necessidade do desenvolvimento dos campos petrolíferos, uma vez que já existe uma legislação específica que torna seguro investimentos feitos na pesquisa e exploração. Em relação ao sub-sector mineiro, referiu existir no País a exploração de diamantes, daí a necessidade de organizar o sector. “Queremos que grande parte desta produção seja lapidada e polida no País o que requerer mais investimentos”, frisou.

Entretanto, defendeu a formação contínua de quadros para que os mesmos possam emprestar o seu saber no desenvolvimento do país. Nas jornadas, com a duração de cinco dias, os participantes vão absorver conhecimentos sobre a metodologia da classificação e cálculo de reservas dos recursos minerais sólidos, os factores modificadores e as reservas minerais, métodos deterministas para estimativas de recursos e reservas minerais e a modelagem preliminar de recursos minerais.

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