AJANG e AJAP assinam protocolo de cooperação de desenvolvimento agrícola

Um protocolo de cooperação, que visa a troca de experiências e formação técnicoprofissional no ramo de desenvolvimento agrícola, foi rubricado recentemente, no Lubango, entre a Associação dos Jovens Agricultores de Angola (AJANG), com sede na Huíla, e a sua congénere de Portugal

O documento foi assinado pelo líder da AJANG, afecta à Amangola na Huíla, Yudo Nunes Borges, e pela AJAP de Portugal, o seu director-geral, Firmino Cordeiro, num acto testemunhado pela directora do gabinete provincial da Agricultura, Pecuária e pescas, Mariana Soma. Segundo o presidente de direcção, Yudo Borges, este factor vai permitir a associação que dirige a dar os seus primeiros passos e assumir a sua responsabilidade focada na inovação agrícola, no fomento do progresso empreendedor juvenil e, sobretudo, no foco de desenvolvimento da exportação, agro-pecuária nas mais diversas áreas geográficas do país.

Afirmou que a AJANG pretende, com este acordo, mecanizar a produção agrícola e criar as condições para importantes trocas de experiências com os melhores agricultores de África e do mundo, produzindo dentro dos padrões internacionais, atendendo as normas de segurança ambientais e de qualidade. “Seremos um só, mas com tentáculos nos mais variados domínios, multifuncionais com equipas capazes de elaborar o gigantesco estudo de actividades reais dos projectos, estudos das características dos solos e subsolos e estudos para capacitar os agricultores e de apoio os futuros empreendedores”, disse.

“Aliaremos as nossas forças e vamos colher experiências de múltiplos agricultores, isto é, dos mais antigos e de renome nacional para que possamos beber das suas inesgotáveis ponte de experiência e sabedoria”, continuou. Para além disso, a AJANG pretende também estabelecer contactos a nível do Ministério da Agricultura e Florestas, na definição de uma parceria estratégica junto dos seus membros a favor dos investimentos e do rejuvenescimento da agricultura e da revitalização do meio rural.

Considerou que a agricultura tem um elevado potencial no interior do país e, por isso, levará a cabo um amplo processo de êxodo urbano contrariando o rural de forma directa e, consequentemente, minimizando a fome e a pobreza na região Sul do país.-

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