Ministérios do Turismo e do Ambiente assinam protocolo de cooperação

O referido protocolo visa a facilitação do desenvolvimento sustentável e fomento do turismo através do estabelecimento preferencial de condições para o ecoturismo na área do Projecto Okavango - Zambeze

Os ministérios do Turismo e do Ambiente assinaram ontem, em Luanda, um protocolo de cooperação para a preservação da área do projecto Okavango Zambeze. O protocolo foi assinado ontem em Luanda, pela ministra do Turismo, Ângela Bragança, a ministra do Ambiente, Paula Francisco Coelho e o vice-presidente do canal National Geographic, Jonnhie Billie, depois da sessão da estreita do filme “Into the Okavango”. Entre os objectivos específicos o mesmo tem como objectivo a prestar apoio técnico aos ministérios do Ambiente e do Turismo na elaboração e execução de planos de conservação e de gestão sustentável para a área do projecto.

Segundo a ministra do Turismo, Ângela Bragança, avança que essa acção está patente nas acções do Presidente da República, que define que todos os projectos relacionados com a área da conservação e do turismo devem sobretudo estar ligadas ao desenvolvimento e também a promover o bem-estar das “Toda a acção está a ser bem desenvolvida no sentido de que com o canal National Geographic e outros parceiros possamos desenvolver à partida já muitos projectos”, disse. Referiu ainda que durante a semana passada uma delegação do Ministério do Turismo deslocouse até à região do Okavango com vários investidores, no sentido de ilustrar as eventuais potencialidades existentes naquela região. Por outro lado, o vice-presidente do canal National Geographic, entidade responsável pelo financiamento, Jonnhie Bellie, sem avançar o valor investido, disse ser a primeira das 12 expedições a ser realizada pelo canal.

Pra já, avança que a National Geographic desenvolveu esse trabalho para perceber o potencial turístico existente naquela região, uma vez que a área da biodiversidade sempre foi essencial para os humanos e não só. O investigador comprometeuse em continuar a investir na realização de mais filmes para ilustrar o potencial que existe em Angola. A expedição, que surgiu no filme “Into the Okavango”, durou quase quatro meses, contou com a participação de especialistas da África do Sul, do Botswana, Namíbia e de Angola, que ao longo da expedição fizeram a recolha de informações sobre o modus vivendi das populações do curso do rio Cuito até ao Botswana, e da população selvagem. O projecto Wilderness de Okavango, que foi financiado pelo National Geographic é um esforço plurianual para pesquisar a maior bacia do rio Cuito, a maior área húmida de água doce no sul da África e a principal fonte de água para um milhão de pessoas.