Directo e certo

Pr: José kaliengue

Gostei de ler o que Rui Falcão disse aos empresários de Benguela. Bem, esta semana parece que Benguela não sai de mim, paciência. O governador disse aos empresários que eles precisam de se organizar, precisam de trabalhar, no fundo, disse que precisam de pôr os neurónios a mexer, em vez de reclamarem por preferência em obras públicas na província.

Estamos num país de livre concorrência e não adianta esta de na nossa província as obras não devem caber a empresas vindas de outros locais. O preço disso já todos sabemos o que é. Pensem, preparem-se, sejam competitivos e tenham qualidade. Assim, além de obras em Benguela, ou prestação de outro tipo de serviços, estarão capacitados para trabalhar em qualquer parte do país.

Rui Facão fez questão de repetir que não é empresário e, portanto, não é ele o seu concorrente. E mais, também reclamaram da organização das feiras na província, mais uma questão de criação de capacidades e de se ser competitivo. Podem até associar-se e avançar. Porém, sabemos que também nesta área há um certo monopólio e que os preços são, no mínimo, questionáveis.

O governador Rui Falcão disse também que os hoteleiros não se devem queixar porque tiveram lotação esgotada por altura da Feira dos Municípios. Bem, uma semana não faz um ano. Mas, mesmo assim, ainda não consegui entender por que os nossos empresários do turismo petrificaram o cérebro e não nos oferecem nada de criativo.

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