TAAG com pouca procura para destinos internacionais

A tAAG teve apenas necessidade de reforçar as ligações para o Porto – Portugal, com cinco voos, na véspera do Natal, número considerado irrisório comparativamente ao período homólogo do ano passado. Em todo o caso, o período especial começou no dia 21 de Dezembro de 2018 e vai até 15 de Janeiro de 2019

Ao contrário de outros tempos, este ano a TAAG não teve necessidade de reforçar as rotas mais solicitadas, tudo por causa da procura que se manteve nos níveis normais. “Com excepção ao Porto – Portugal, e a atenção especial que estamos a dar a Cape Town-África do Sul, não tivemos necessidade de reforçar as ligações para outras cidades e países para os quais a TAAG voa”, disse, Manuel Calçadas, director comercial da companhia de bandeira nacional.

Acrescenta que houve mais solicitação para o Porto, facto que levou a empresa a ter uma atenção especial para a referida rota, para onde viajaram muitos angolanos, em férias, e portugueses que trabalham em Angola.

Em todo o caso, a TAAG acautelou a sua programação para que nenhum passageiro fique em terra por falta de lugar, como assegura fonte da companhia aérea. Importa referir que na rota Internacional mais procurada, voos com destino a Portugal, a TAAG operar com 14 voos Luanda – Lisboa-Luanda, processo que começou na véspera da quadra festiva e estende-se até 8 de Janeiro de 2019.

De acordo com fonte da direcção da TAAG, o objectivo é dar resposta à procura que, por estas alturas, tende a ser maior, uma vez que há angolanos e portugueses que se deslocam de um país para o outro. “Pretendemos satisfazer os nossos clientes.

E é isso que procuramos fazer sempre”, assegurou. No período de Janeiro a Setembro de 2018 o tráfego da TAAG teve variações positivas no tráfego transportado em termos dos meses homólogos, “verifi cámos um crescimento no número de passageiros transportados em todas as regiões, com maior impacto a nível Regional”, disse.

Em relação às ligações domésticas (de Luanda para outras províncias do país) cresceram 13%, a Internacional (intercontinental 6%), ao passo que a regional (ligações para países africanos) teve um crescimento na ordem de 17% comparativamente ao período homólogo de 2017. Entretanto, não dá mais pormenores.

Importa referir que a TAAG, uma das empresas públicas do sector dos transportes, está a viver um período de alterações que visam a sua maior rentabilização. O processo levou o Presidente da República a nomear, em Setembro último, uma nova administração para aquela empresa, que passou a ter um presidente do Conselho de Administração e outro da Comissão Executiva.

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