APN com atenções viradas para as eleições autárquicas de 2020

Este partido, o único extra-parlamentar saído das eleições gerais de 2017, sem obter um único assento na Assembleia Nacional, agora virou as suas atenções para as eleições autárquicas, previstas para 2020

O presidente da Aliança Patriótica Nacional (APN),Quintino Moreira, anunciou recentemente em Luanda que a instituição que dirige vai redobrar o seu trabalho para corresponder aos desafios do programa do partido traçado para o ano de 2019. Falando na cerimónia de apresentação de cumprimentos de fim de ano, decorrida no dia 22 deste mês, em Luanda, depois de destacar este ano político como tendo sido de muito trabalho para a afirmação da APN no xadrez político nacional e internacional, agora, a nova agenda política vai incidir em três eixos.

O primeiro, segundo o seu líder que se dirigia aos membros da direcção da Aliança Patriótica Nacional, incidirá no fortalecimento da base social desta força política. De acordo com o político, “esta é a vocação de qualquer força política que almeja alternância política no país e queira participar na consolidação do Estado de Direito e Democrático”.

O segundo eixo escolhido por esta força política será a consolidação do trabalho das autarquias locais, desenvolvido ao longo deste ano, para que se consiga uma safra eleitoral mais folgada e que corresponda aos anseios dos militantes em 2020.

O terceiro e último incidirá na manutenção de contactos oficiais com as direcções de outros partidos políticos com o propósito de se trocar impressões sobre “a paz política, social e económica”. Bloco compacto Durante a sua intervenção, Quintino Moreira defendeu a necessidade de se formar democraticamente um bloco compacto para se produzir mudanças profundas activas em todos os domínios. “Nada nos impede de atingirmos este sagrado objectivo: é apenas uma questão de vontade política. Tem de haver um sobressalto de patriotismo para podermos protagonizar a almejada mudança.

O desafio está, pois, lançado”, disse. Coesão interna No plano interno, o líder dos “patriotas” reiterou que vai continuar a privilegiar o diálogo entre os membros e militantes para se aprofundar a unidade e coesão internas.

Alertou que a APN “jamais consentirá a anarquia, o vandalismo e todo o tipo de comportamento susceptível de pôr em causa a unidade, o progresso, a harmonia e a concórdia entre nós”. Concluiu dizendo que “os que assim procederem, serão exemplarmente punidos nos termos dos estatutos, dos regulamentos Internos e da lei”.

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