Centralidade da Quilemba recebe primeiros moradores em 2019

A Centralidade da Quilemba, no município do Lubango, capital da província da Huíla, cuja construção teve início no ano de 2010, conta pelo menos com 11 mil residências já concluídas

O governador provincial da Huíla, Luís da Fonseca Nunes, garantiu recentemente na cidade do Lubango que as primeiras habitações desta centralidade serão entregues a partir do primeiro trimestre de 2019. Ao discursar no segundo encontro com a juventude da província, decorrido no pavilhão Gimnodesportivo do Benfica, disse que a entrega das casas visa responder ao grito lançado por esta franja de cidadãos, no que toca à realização do sonho da casa própria.

“No primeiro encontro, vocês puseram-me os vossos problemas e hoje estou aqui, mais uma vez, para responder e dar solução de algumas dessas inquietações”. Um desses problemas que o novo governador da Huíla pretende ver já resolvido, é o da entrega da casa própria, que, segundo ele, será materializado já com a entrega das primeiras 800 residências.

Nesta entrega, segundo Luís Nunes, a prioridade recai para os jovens e funcionários públicos que ainda não possuem uma residência própria. Informou, por outro lado, que já existem algumas infra-estruturas sociais na referida centralidade, sendo uma escola de 24 salas de aula para o ensino secundário, um centro de saúde, cujos bens serão inaugurados no dia 4 Abril.

Reabilitação do Hospital Materno-infantil

A reabilitação desta unidade hospitalar começa em Janeiro do próximo ano, anunciou o vice-governador para o sector Técnico e Infra-estruturas, Nuno Mahapi Ndala. Com efeito, alguns serviços desta unidade sanitária, já começaram a ser evacuados para o Hospital Central do Lubango(HCL), a maior unidade hospitalar da província da Huíla.

Nos últimos tempos, o Hospital Materno-infantil do Lubango tem vindo a enfrentar inúmeras dificuldades traduzidas na precaridade das suas infra-estruturas que em épocas chuvosas tem causado constrangimento no seu normal funcionamento.

Acresce a isso, a falta de alguns equipamentos para o pleno funcionamento da maternidade, como é o caso da falta de oxigénio para apoiar os recémnascidos com algumas dificuldades. Segundo Nuno Mahapi Ndala, estes serviços serão postos à disposição dos utentes dentro de poucos dias, ou seja, antes da sua transferência completa.

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