Editorial: Cortou, mas não chega

Serviço público é isto mesmo, servir. E é bom que o Estado comece a reduzir as mordomias a que têm direito funcionários e detentores de cargos públicos, verdadeiro íman em Angola para que toda a sorte de preguiçosos, intelectualmente incapazes e incompetentes, façam todo o tipo de jogadas e ensaiem tudo o que é discurso para lá chegar e acomodarse, para se servirem .

Devolva-se o verdadeiro espírito ao serviço público e logo veremos como muitos fogem e apenas os vocacionados e comprometidos quererão ir para essa carreira.

Mas é preciso reduzir muito mais do que aquilo que se lê agora no Orçamento geral do Estado, para que as pessoas vivam do seu salário e busquem satisfação no fazer bem, em servir o público, de facto. Sim, o apelo para cargos públicos tem de ser outro, não a oportunidade de acumular.

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