Ministra do MASFAMU quer dar continuidade à revisão da lei contra a violência doméstica

A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Inglês de Almeida Alves, foi apresentada ontem aos quadros do sector. A nova ministra promete dar continuidade à revisão da lei contra a violência doméstica

A nova ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher pediu transparência nas acções dos seus colaboradores, para que o trabalho de equipa seja sólido e robusto e garantiu que vai igualmente continuar a trabalhar na revisão da lei contra a violência doméstica. “A violência doméstica é um mal que enferma a nossa sociedade. Vamos prestar maior atenção aos vários problemas sociais, diminuindo os riscos, apostar na prevenção e dar maior protecção às pessoas que mais precisam”, disse.

Apelou à lealdade, patriotismo e coerência dos funcionários, desencorajou a fofoca e a intriga, males que podem influenciar no bom desempenho dos mesmos. “Vou dar o meu máximo, vou conhecer cada uma das áreas que compõem este gigantesco sector, para, com dedicação e zelo, responder aos vários anseios dos nossos distintos grupos alvos, nomeadamente a criança, a mulher, o idoso, a pessoa com deficiência e ex-militares”, reforçou a ministra. A apresentação, feita pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Manuel dos Santos e Silva Cardoso, aconteceu na presença de Ruth Madalena Mixinge, secretária do Estado da Família e Promoção da Mulher e do secretário de Estado da Acção Social, Lúcio Amaral, que estiveram a representar a ministra cessante, Victória da Conceição, que se encontra internada na Clínica Girassol, resultante de uma tentativa de suicídio por disparo de arma de fogo.

Na ocasião, o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Cardoso, apelou à resiliência e perseverança na boa gestão dos quadros, por constituírem a peça fundamental para o sucesso dos programas em curso. “ O trabalho é complexo, por isso, deve haver espírito de equipa, temos consciência que ainda têm muitas agulhas para acertar para que a instituição funcione com a eficácia que se impõe, e, nesta senda, o papel dos seus colaboradores será fundamental.” Frisou o ministro de Estado. Acrescentou que para o Ministério continuar a executar com brio, eficácia e eficiência os seus programas de trabalho, deve haver ousadia e muitas exigências.

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