BFA disponibiliza 157,5 milhões de Kwanzas para apoiar 12 projectos solidários

O Banco de fomento Angola (BfA) apresentou em Luanda o programa “BFA Solidário”, através do qual se compromete a disponibilizar, ao todo, 157,5 milhões de kwanzas e atender propostas ligadas ao desenvolvimento de iniciativas nas áreas de Educação, Saúde e Inclusão Social e Financeira de crianças e jovens. Para cada categoria, vão ser seleccionadas quatro propostas de projecto

Notas da de kwanzas, a unidade monetária de Angola, em Luanda, Angola, 09 de fevereiro de 2015. PAULO JULIÃO/LUSA

A instituição vai apoiar com até 20 milhões de Kwanzas um total de 12 programas de entidades singulares ou colectivas nacionais que forem remetidos e aprovados em 2019 pelo júri que constitui no quadro da sua actividade de responsabilidade social. Segundo Jorge Ferreira, presidente da Comissão Executiva do BFA, as instituições sem fins lucrativos que tiverem os requisitos exigidos pela organização estão convidadas a candidatarse ao programa.

Esta é uma das formas que o banco encontrou para dar visibilidade às instituições de solidariedade que actuam em Angola, em vez de responder aos inúmeros pedidos individuais que são remetidos ao banco.

A directora de Responsabilidade Social do BFA, Mariana Assis, explicou que os candidatos poderão entregar os seus projectos nos balcões do BFA localizados nas 18 províncias ou enviar para o correio electrónico www.bfa.ao.

Os mesmos não precisam de ser necessariamente clientes do BFA.
Requisitos Provar que são organizações sem fins lucrativos devidamente formalizadas e com actividade comprovada por um período de no mínimo três anos até à data da candidatura.

Devem ter uma estrutura organizacional reconhecível, desenvolvimento de actividades regulares e disponham de condições legais para o exercício das suas actividades, além de que devem estar representadas por uma pessoa singular devidamente identificada.

Já as instituições universitárias privadas a operarem há mais de cinco anos não podem candidatar-se ao programa, nem colaboradores do BFA ou empresas e organizações que não tenham sede em Angola. Também estão excluídas das candidaturas as instituições públicas.

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