Compras feitas online entre os serviços postais crescem cada vez mais no país

o número dos serviços postais no país tem registado um crescimento considerável nos últimos tempos no mercado nacional , na ordem dos 20%. O destaque recai para as compras eletrónicas, que estão entre os serviços mais utilizados actualmente pelos cidadãos angolanos, segundo o director nacional dos serviços postais, Walter Teixeira

Ao longo de muitos anos, as empresas prestadoras de serviços postais dedicavam-se apenas a fazer a entrega de cartas, mas com o andar do tempo houve a necessidade de se modernizar os referidos serviços no país e o e-commerce (compras online) lidera actualmente o ranking do serviço mais utilizados pelos cidadãos no país.

Segundo o responsável que falou ao OPAÍS, parte desta evolução está relacionada com o desenvolvimento das tecnologias . Por exemplo, empresas como a DHL e o portal de compras de serviço de Take Away Tupuca estão entre as empresas que prestam serviços postais, por se dedicarem à entrega de encomendas de bens e prestação de serviços por terceiros.

“ Ou seja, todas as empresas que fazem entregas de encomendas são de serviços postais”, disse, acrescentando que “ com a evolução das tecnologias esses serviços ganharam uma nova dinâmica, pois o crescimento é visivel no que concerne as compras feitas online”. Walter Teixeira acredita que os serviços postais podem ajudar no processo de diversificação da economia, através do surgimento de pequenas e médias empresas e a subsequente criação de vários empregos.

Isso sem esquecer que já existem novos serviços que não estão devidamente cadastrados O responsável avança que, no caso dos Correios de Angola, os serviços estão classificados por categorias. Por exemplo, existem serviços postais, serviços expresso nacional e internacional, filatelia, serviços de convivência e, ainda há pouco tempo. Havia também os serviços financeiros com o Banco Postal.

Por outra, ressalta que, para o presente ano económico, a direcção dos serviços postais quer levar como desafio a divulgação dos vários serviços prestados pelas empresas do ramo que ainda são desconhecidos pelos cidadãos.

Walter Teixeira referiu que existem no país 11 empresas licenciadas, mas lamenta o facto de existirem alguns prestadores de serviços não licenciados pelo Instituto Nacional das Telecomunicações (INACOM), o que dificulta o registo dessas empresas.

Dando um exemplo, Walter Teixeira explica que existem alguns prestadores de serviços que se dedicam à venda de comida ao domicílio, mas como contratam um motoboy para entrega dos produtos, sem pagamento de taxas suplementares, dificultam a recolha de dados fiscais da parte dos Serviços Postais. Para rematar, avança que os Serviços Postais, em parceria com o INACOM, estão a trabalhar no sentido de fazer com que os não licenciados se juntem às organizações já cadastradas.

 

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