Editorial: Raiva no Huambo

Trinta e oito pessoas morreram, durante ano transacto, na província do Huambo, vitimas de raiva, mais 14 em relação a 2017, disse à ANGOP o chefe em exercício dos Serviços local de Veterinária. A vacina antirrábica no Huambo é apenas adquirida em algumas farmácias e clinicas privadas a um preço de 125 mil kwanzas, para cinco doces recomendadas para o tratamento. As autoridades sanitárias locais não têm vacinas, não as tiveram ao longo do ano passado e, pelos visto, não as têm tido há algum tempo. Estamos a falar de uma região do país com muitos animais, onde, pelos visto, também não se tem aplicado uma acertada política de controlo de animais transmissores, sobretudo os domésticos. Se calhar as autoridades já decidiram que lá toda a gente é rica para alimentar os negócios privados das clínicas.

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